quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Visita do Colégio do Povoado da Chapada, Distrito de Serrinha; Alunos Coordenadores e Professores, Tiveram Uma Manhã Memorável, no Portal do Cangaço de Serrinha Bahia... Aproveitando Também; Da História da Rádio fusão. A Saga do Rei do Baião... Padre Cícero e Frei Damião...!!!

                           O Curador Guilherme Machado; Indicando Pontos Cruciais do Cangaço.

                        Alunos e Professores; Bestificados com a Riqueza do Acervo do Cangaço.

                           O Curador Guilherme Machado; Indicando Pontos Cruciais do Cangaço.


                      Guilherme Apresenta, Alguns dos Livros Importantes da Saga Do Cangaço...!!!

Impressionante o Sucesso da Réplica do Chapéu do Capitão Corisco... Fotos e Mais Fotos...!!!


Visita do Colégio do Povoado da Chapada; Distrito de Serrinha; Alunos  Coordenadores e Professores Tiveram Uma Manhã Memorável,  no Museu do Gonzagão de Serrinha Bahia. Alunos de 8 a 14 Anos Todos Juntos Por Um Só  Motivo “Conhecimento"   Do Cangaço ao Rádio de Luiz Gonzaga a Saga De Canudos, de Frei Damião ao Padre Cícero do Beato Pedro Batista, do Conselheiro ao Jagunço. As Duas Últimas Fotografias Mostra a  Satisfação  dos  Adolescentes e Crianças ao Conhecerem  um Pouco da Tradição da Cultura Popular Nordestina.

Literatura sobre Lampião e o cangaço: Antiga revista coletânea do magazine digest. Editada em 26 de novembro de 1953. Com uma grande matéria sobre Lampião o Rei do cangaço...artigo publicado pelo repórter, Luiz Luna, para o diário de notícias do Rio de Janeiro.


Literatura sobre Lampião e o cangaço: Antiga revista coletânea do magazine digest.  Editada em 26 de novembro de 1953. Com uma grande matéria sobre Lampião o Rei do cangaço...artigo publicado pelo repórter, Luiz Luna, para o diário de notícias do Rio de Janeiro.


Literatura sobre Lampião e o cangaço; documentário a vida e a morte do rei do cangaço e o livreto de cordel, vida e morte de Lampião... Uma doação, para o portal do cangaço da Bahia, feita pelo pesquisador; Kaydelmir Dantas de Oliveira...!!!



Kydelmir Dantas   Agrônomo, pesquisador e poeta de Nova Floresta, Paraíba, Antônio Kydemir Dantas de Oliveira publicou, além de artigos na imprensa nordestina, livros, plaquetes e cordéis. Entre suas produções mais recentes estão “Remendos” – poesia e prosa (2001); “Luiz Gonzaga e o Ceará” - plaquete (2004); e o cordel “A Peleja do Raio da Silibrina contra o Relampo da Palavra” (2008). Atualmente, Kydelmir Dantas é sócio das entidades Poetas e Prosadores de Mossoró (POEMA); Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP); Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC); União Nacional de Estudos Históricos e Sociais (UNEHS); e Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN).

Primeira Igreja da Cidade de Ribeira do Pombal Bahia...Onde Lampião tirou a famosa fotografia em 1928 quando a Cidade ainda era Vila de Pombal...!!!

           Famosa Fotografia de Lampião e seu sub grupo em vila de pomba na Bahia em 1928...!!!

 Ilustres cidadãos   Pombalenses; ver-se ao lado de Guilherme Machado a Financeira das Empresas Passos Nobre;  a minha grande  Amiga,  Katiucha!!!

Primeira igreja da cidade de Ribeira do Pombal Bahia...a foto de lampião foi feita na lateral da igreja.
lustres Cidadãos Pombalenses; ver-se ao lado de Guilherme Machado o Gerente Comercial das Empresas Passos Nobre; O meu grande amigo; Adélson.

Moradores   Ilustre da Cidade de Ribeira do Pombal: ver-se com Guilherme Machado o Empresário
 Reinaldo Alves de Sousa...!!!




Lampião em Ribeira do Pombal

As ruas que hoje passam os moradores de Ribeira do Pombal, também passou um dos maiores e mais vislumbre brasileiro, que deixou sua história marcada para sempre na cultura brasileira. Virgulino Ferreira da Silva ou Lampião, como é mais conhecido; marcou sua história com ações heroicas e mesmo que um pouco desastrosas para muitos moradores, deixou um rastro de sua fama por todo o Nordeste Brasileiro. 

LITERTURA SOBRE LAMPIÃO E O CANGAÇO: A CAATINGA SUSTENTOU; O CAMPESINO E O CANGACEIRO POR MARCOS MEDEIROS. 2010...!!!

LUXUOSO LIVRETO DE CORDEL... A CAATINGA SUSTENTOU O CAMPONÊS  E O CANGACEIRO UMA OBRA DE MARCOS MEDEIROS.  ANO 2010 COLEÇÃO QUEIMA- BUCHA DE CORDEL - MOSSORÓ - RN JULHO 2010...!!!

MEMORÁVEL TARDE, DE SÃO JOÃO EM SERRINHA, COM O MEU ESTIMADO AMIGO; GILMAR TEIXEIRA... HISTORIADOR ESCRITOR E CINEASTA DO CANGAÇO. GILMAR TEIXEIRA É NATURAL DE PAULO AFONSO, MAIS ATUALMENTE É RADICADO NA CIDADE DE FEIRA DE SANTANA BAHIA...!!!

MEMORÁVEL TARDE, DE SÃO JOÃO EM SERRINHA, COM O MEU ESTIMADO AMIGO; GILMAR TEIXEIRA... HISTORIADOR ESCRITOR E CINEASTA DO CANGAÇO. GILMAR TEIXEIRA É NATURAL DE PAULO AFONSO, MAIS ATUALMENTE É RADICADO NA CIDADE DE FEIRA DE SANTANA BAHIA... Uma Pequeno Perfil do Escritor Gilmar Teixeira Abaixo…!!!
Sou do sertão baiano, Paulo Afonso,   onde trabalho atualmente e moro na cidade de Feira de Santana, Bahia. Meu obrigado pela indicação e pela honra de o ter como leitor dessa obra, tão singela e humilde, feita com sacrifício pessoal, pois até hoje não tive apoio nenhum para lançamento em nenhuma cidade, assim como uma editora para lança-lo em nível nacional, o livro é sucesso graças a pessoas como você e outros que acreditaram e divulgaram para todo o Brasil (veja no Google), pois esta edição foi feita apenas para participar de um congresso sobre Delmiro Gouveia no Ceará, o cariri cangaço e se espalhou como um rastilho de pólvora por todo país, mesmo sendo uma edição feita com nossos parcos recursos, a mesma esgotou em pouco tempo, estou ainda atrás de apoios para uma segunda edição, que espero que seja através de uma editora, avisarei quando a mesma estiver sendo lançada, inclusive aí no Rio, fica meu obrigado carinhoso e assim que puder passar pelo Rio, levarei em mãos meu livro dedicado a você, abraços Gilmar.

PRONTO E JÓIA, JÓIA E PRONTO!!! ATÉ QUE EM FIM? CONSEGUIR COMPLETAR OS 06 LIVROS DO PADRE FREDERICO BEZERRA MACIEL... LAMPIÃO SEU TEMPO E SEU REINADO. EM SEIS VOLUMES...!!! UM CLÁSSICO DA HISTÓRIA DO CANGAÇO...!!!


O padre Frederico Bezerra Maciel escreveu uma importante obra, intitulada "Lampião, seu Tempo e seu Reinado”, que consta de 06 volumes, publicado em 1988, pela editora vozes.
Apesar da belíssima escrita, a coleção peca no seu conteúdo, pela tendenciosidade do Padre. Frederico (segundo a maioria dos estudiosos do tema), porque nessa obra, ele só faltou canonizar, o "rei do cangaço". Mas, trata-se de um belíssimo trabalho de fôlego, em que o autor traz muitas informações importantes.
Para o estudioso do cangaço, é bom tê-la em sua biblioteca...!!!

UMA RÁPIDA PASSAGEM PELA SAGA DO CANGAÇO... O QUE É CANGAÇO? E SEUS PERSONAGENS, INCLUINDO LAMPIÃO CORISCO E ANTONIO SILVINO...!!!

Os cangaceiros eram homens que andavam armados e em bandos pelo sertão nordestino nas primeiras décadas do século XX.
Regras
Tinham suas próprias regras de conduta e suas próprias leis. Vagavam de um local para o outro (não possuíam residência fixa), vivendo de saques e doações. Eles eram temidos pelas pessoas e espalhavam o medo por onde passavam. Frequentemente  enfrentavam as forças policiais do governo.
Roupas
Os cangaceiros usavam roupas e chapéus de couro, pois andavam muito pela catinga. Este tipo de vegetação possui muitos espinhos e esta  roupa fornecia proteção aos cangaceiros.
Bandos e líderes
Existiram vários bandos de cangaceiros, porém o mais conhecido foi o liderado por Lampião (conhecido como o "rei do cangaço"). Outros cangaceiros conhecidos deste período foram Antônio Silvino e Corisco.
Fim dos cangaceiros
Os cangaceiros começaram a desaparecer do cenário nordestino durante o governo Vargas. No final da década de 1930, o governo federal intensificou o combate aos cangaceiros. Lampião e seus companheiros, por exemplo, foram executados em 1938.
Existiram diversos bandos de cangaceiros. Porém, o mais conhecido e temido da época foi o comandado por Lampião (Virgulino Ferreira da Silva), também conhecido pelo apelido de “Rei do Cangaço”. O bando de Lampião atuou pelo sertão nordestino durante as décadas de 1920 e 1930. Morreu numa emboscada armada por uma volante, junto com a mulher Maria Bonita e outros cangaceiros, em 29 de julho de 1938. Tiveram suas cabeças decepadas e expostas em locais públicos, pois o governo queria assustar e desestimular esta prática na região.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

DONA NEUZA VITAL, MATRIARCA DO CLÃ DO VITAL E DOS SERRAS NEGRAS... DONA NEUZA EM TRAJE DE CANGACEIRA EM HOMENAGEM AO SOGRO CANGACEIRO TEMPESTADE...!!!


Dona Neuza Souza dos Santos. . . Nora do Cangaceiro Tempestade Esposa de Serra Negra, Dona Neuza uma Guerreira nos dias de hoje, casada com Serra Negra há 50 anos, mãe de dez filhos avó de dezoito netos e três bisnetos. Dona Neuza uma figura extremamente honesta, e Preservadora   das   tradições religiosa; dona Neuza realiza todos os anos um novenário em honra e glória a São Pedro festa que ja vem a existir à mais de 30 anos.

ANTONIO VITAL DO SANTOS... O POPULAR SERRA NEGRA, O PATRIARCA DO CLÃ DOS VITAL. ÚLTIMO FILHO HOMEM DO CANGACEIRO TEMPESTADE, TRAJADO EM UMA HOMENAGEM AO SEU SAUDOSO PAI. O CANGACEIRO TEMPESTADE...!!!


Antônio Vital dos Santos. O popular Serra Negra. . . Filho do Saudoso Cangaceiro Tempestade. Um herói nos dias de hoje, um homem de qualidade e honestidade indiscutível, pai de dez filhos avô de dezoito netos e três bisnetos, minhas honrarias e respeito ao meu sogro Serra Negra...!!!

DELFINA VITAL DOS SANTOS, SEGUNDA FILHA DO CANGACEIRO TEMPESTADE... UMA MULHER DE FIBRA E HERDEIRA DE GRANDE HONESTIDADE, TRAJADA DE CANGACEIRA EM UMA HOMENAGEM AO SEU SAUDOSO PAI.

Tia Delfina Vital dos Santos. . .!!!  Filha mais nova do Cangaceiro Tempestade. Delfina mulher guerreira mãe de família aguerrida dedicada e muito honesta. Mãe de sete filhos, viúva por consequência do acaso, Uma mãe para a quem a conhece, alegre e espontânea 24 horas de sua vida. Tia Delfina trabalhou quase que toda a sua juventude, com um só pensamento educar e o bem criar a filhos e netos. Delfina, mãe, avó, tia e amiga para todas as horas. A bênção a tia Delfina. Tia Delfina Vital dos Santos. . . Filha mais nova do Cangaceiro Tempestade. Delfina mulher guerreira mãe de família aguerrida dedicada e muito honesta. Mãe de sete filhos, viúva por consequência do acaso, Uma mãe para a quem a conhece, alegre e espontânea 24 horas de sua vida. Tia Delfina trabalhou quase que toda a sua juventude, com um só pensamento educar e o bem criar a filhos e netos. Delfina, mãe, avó, tia e amiga para todas as horas. A bênção a tia Delfina...!!!

Encontro com um dos últimos dos Moicanos; O Tenente Joselino Pinto Bandeira. Alagoano com pinta de Baiano. Um audaz Policial do Destacamento da Policia Militar da Bahia. Hoje aposentado é um cidadão Santa-luzense, vive em Santa Luz, Sertão Baiano.

O Sr.  Joselino Pinto Bandeira o último dos Moicanos... O Popular Sargento Bandeira... Nascido em 25 de setembro de 1935 em Olhos D’água das Flores Alagoas, Bandeira como é Conhecido na Brilhosa Policia Militar Baiana. O Cabo de Infantaria.  Saiu de Alagoas em 1945 e em 1955 Ingressou na Policia Militar da Bahia. Onde veio a Conhecer e conduzir detido O Sr. Joselino Pinto Bandeira para Salvador o Sargento Evaristo Carlos Costa, Único Sobrevivente da Chacina da Cidade de Queimadas Ba. Terror implantado pelo Cangaceiro Lampião e Seu Bando. O velho Tenente Hoje honradamente aposentado me falou que Conduziu o seu superior para Salvador para Ser ouvido pela Corregedoria da Policia Militar da Bahia, para ser ouvido pela ouvidoria militar. Por ser único Sobrevivente ceifado por Lampião... Futuramente se tornaram grandes amigos, e o velho Tenente veio a comprar o sitio do Sargento Evaristo, Na localidade Serra do Caixão no Município de Santa Luz Bahia. Repentino o último dos Moicanos!!!!  

Livro do Escritor e Romancista Carlos Lacerda... E sua trajetória em Descobrimento do Rio São Francisco de Minas Gerais a Bahia. Terminando em Sergipe.

Um resgate Literário, sobre o Rio São Francisco, e suas Mazelas... Romance Político do Escritor Carlos Lacerda, em suas Aventuras em 1937 de Pirapora Mg.  A Juazeiro Ba. Finalizando na Cachoeira de Paulo Afonso Ba... O pesquisador desce afluentes do rio em lombos de Burros e Bancos de Veleiros, comendo o pão amassado pelo Cão, foi escarçado, por Larápios Ribeirinhos, Cangaceiros e até mesmo Por Índios, Tuxás   Pancararés e os Quiriris. Esta edição só veio a tona em 1954. Uma Doação do amigo Roberto  Betoso.

Primeiro Livro sobre Lampião... Escrito em 1926. Quando o mesmo se encontrava vivo!!!

(Acabei de Comprar esta Joia rara" Primeiro livro de Lampião)
Publicado no ano de 1926, pela Imprensa Oficial do Estado da Parahyba, o livro “Lampeão, sua história”, de autoria do jornalista Érico de Almeida, é a primeira biografia erudita do “rei do cangaço”. Almeida militou anos a fio no Jornal paraibano “O Norte”. Quando da ênfase às inovadoras políticas públicas encabeçadas pelo governo Epitácio Pessoa na presidência da República (1919-1921), engajou-se como funcionário do Ministério da Agricultura, lotado no Escritório deste órgão em Princesa (PB), cujo objetivo principal consistia em combater a lagarta rosada, a qual era sério problema para a cultura algodoeira, principal produto da pauta de exportações do Estado da Paraíba na época.
Quando do término do triênio Epitacista, houve total desestímulo dos esforços, empreendidos por parte do sucessor, o mineiro Arthur Bernardes, que escandalizado com onda de corrupção que marcou o período anterior desestruturou as obras de açudagem e outros projetos importantes, incluindo a campanha contra as pragas que atingiam os algodoais.
Com o fechamento dos Escritórios do Ministério da Agricultura espalhados pelo Estado da Paraíba, inclusive o posto estabelecido em Princesa, Érico de Almeida ficou desempregado, como muitos outros, tendo gerado a sensibilidade do “Coronel” José Pereira Lima, que resolveu unir o útil ao agradável, talvez levando em conta o consórcio do jornalista com mulher da localidade, da família Duarte, de nome Rosa.
Devido ao ataque cangaceiro a Sousa (PB), pois antes Lampião desfrutava de proteção integral na região, graças ao acordo firmado com o “Coronel” Marçal Florentino Diniz e seu filho Marcolino, Zé Pereira se viu na contingência de desviar a atenção dos fatos através da ênfase à literatura voltada para a negação do óbvio.
O ofício de jornalista auxiliou bastante Érico de Almeida quando foi contratado para escrever o que seria a primeira biografia erudita de Lampião, pois o costume de anotar tudo quando do exercício de suas funções como funcionário do Ministério da Agricultura foi de fundamental importância para a elaboração de sua obra.
Os objetivos do livro são claros, pois negar a melindrosa relação de coiterismo que existia há tempos imemoriais na região de Princesa não era tarefa fácil. Lampião, sentindo-se traído, passou a berrar aos quatro cantos as facilidades e as serventias de sua “profissão” aos que estavam lhe perseguindo tenazmente devido à forma como se efetivou o ataque cangaceiro à cidade de Sousa.
No livro “Lampeão, sua história” há a defesa que as perseguições aos cangaceiros datavam de antes do “rei do cangaço” decidir enviar seus homens para levar avante a vingança pretendida por humilde bodegueiro da localidade de Nazarezinho (PB), então distrito de Sousa, contra importante oligarca local de nome Otávio Mariz.
Episódios conhecidos da história do cangaço, como a morte de Meia-Noite nos grotões ermos do saco dos Caçulas, foram deturpados propositalmente a fim de eximir de culpas importantes personagens que fizeram a história do movimento, como Manuel Lopes Diniz, conhecido por Ronco grosso, homem da inteira confiança dos “Coronéis” José Pereira Lima, Marçal Florentino Diniz e de Marcolino.
O livro de Érico de Almeida não cita que Lampião passou meses sendo cuidado nos Patos de Irerê por dois médicos, depois que foi ferido gravemente no tornozelo pelos disparos feitos pelos volantes comandados pelo Major Teófanes Ferraz Torres, da força pública pernambucana.
João Suassuna, presidente paraibano na época, é elevado à categoria de verdadeiro santo protetor, exponencializando consideravelmente a campanha deflagrada pelo gestor paraibano contra os cangaceiros. A forma como Érico de Almeida trata Suassuna em seu livro levou literatos de peso a afirmarem categoricamente que se tratava de um pseudônimo utilizado pelo presidente paraibano para se autopromover.
Elpídio de Almeida afirmou que era Suassuna o real autor do livro, enquanto Mário de Andrade, sutilmente, em “O Baile das Quatro Artes”, enfatizou que havia comentários de que realmente era Suassuna o autor da primeira biografia erudita de Lampião.
Em contato com pessoas que conheceram o jornalista, quando de sua estadia em Princesa, a exemplo dos senhores Zacarias Sitônio, sua esposa Hermosa Goes Sitônio e Belarmino Medeiros, todos residentes em João Pessoa (PB) na época do resgate do livro de Érico de Almeida, encontramos provas suficientes sobre a real existência do autor, como a certidão de casamento e fotografia em que aparece discretamente o jornalista.
Entrevistado em Limoeiro do Norte (CE), quando da fuga alucinada depois da tentativa de ataque a Mossoró (RN), no ano seguinte à publicação do livro de Érico de Almeida, Lampião destilou ódio contra o “Coronel “José Pereira Lima, chamando-o de falso e mentiroso, pois havia se beneficiado com todos os favores de sua “profissão” e depois o havia traído.
Após a revolução de trinta, o livro de Érico de Almeida foi sendo gradativamente esquecido, colocado entre os malditos, fruto de uma estrutura carcomida que precisava ser apagada em prol da edificação de uma nova ordem econômica, política e social.