Os cangaceiros eram homens que andavam armados e em bandos
pelo sertão nordestino nas primeiras décadas do século XX.
Regras
Tinham suas próprias regras de conduta e suas próprias leis.
Vagavam de um local para o outro (não possuíam residência fixa), vivendo de
saques e doações. Eles eram temidos pelas pessoas e espalhavam o medo por onde
passavam. Frequentemente enfrentavam as
forças policiais do governo.
Roupas
Os cangaceiros usavam roupas e chapéus de couro, pois
andavam muito pela catinga. Este tipo de vegetação possui muitos espinhos e esta
roupa fornecia proteção aos cangaceiros.
Bandos e líderes
Existiram vários bandos de cangaceiros, porém o mais
conhecido foi o liderado por Lampião (conhecido como o "rei do
cangaço"). Outros cangaceiros conhecidos deste período foram Antônio
Silvino e Corisco.
Fim dos cangaceiros
Os cangaceiros começaram a desaparecer do cenário nordestino
durante o governo Vargas. No final da década de 1930, o governo federal
intensificou o combate aos cangaceiros. Lampião e seus companheiros, por
exemplo, foram executados em 1938.
Existiram diversos bandos de cangaceiros. Porém, o mais
conhecido e temido da época foi o comandado por Lampião (Virgulino Ferreira da
Silva), também conhecido pelo apelido de “Rei do Cangaço”. O bando de Lampião
atuou pelo sertão nordestino durante as décadas de 1920 e 1930. Morreu numa
emboscada armada por uma volante, junto com a mulher Maria Bonita e outros
cangaceiros, em 29 de julho de 1938. Tiveram suas cabeças decepadas e expostas
em locais públicos, pois o governo queria assustar e desestimular esta prática
na região.

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